“Vocês gregos são apenas crianças, falantes e vãs, que
nada sabem do passado.”
Sacerdote egípcio falando com Solon.
-- em uma sociedade fundamentada na filosofia grega, entende-se o descaso histórico.
“Vocês gregos são apenas crianças, falantes e vãs, que
nada sabem do passado.”

Historiador sofre?
até pode ser que a gente 'sofra',
mas também tem muita coisa legal nesta vida de quem gosta de 'cavocar' em arquivos e em sítios.
Neste final de semana fomos em uma saída de campo para as missões jesuíticas
Muito legal.
Esta foto é de hoje pela manhã (a máquina que tá desregulada)... não se apeguem na data.
Depois posto mais fotos (lindas) e um vídeo bem legal, de um operador de telégrafo explicando como funciona... bem didático, espero que seja útil.
Por enquanto é isso, uma fotinho minha prá começar.
| Música nativista não reflete o povo do RS, diz músico | |
| A música e as danças usadas como símbolo do Rio Grande do Sul não refletem o povo gaúcho. Na avaliação do músico popular Pedro Munhoz, essa cultura difundida nas festividades do 20 de Setembro e perpetuada nas gravadoras, nos festivais e nos programas nativistas da televisão apenas cria no imaginário da população uma cultura que nunca foi a sua. A reportagem é de Raquel Casiraghi e publicada pela Agência de Notícias Chasque, 19-09-2008. Nem mesmo historicamente, analisa Munhoz, já que a tão festejada Revolução Farroupilha foi uma guerra dos latifundiários regionais contra o governo imperial. As danças, as músicas e os manuais criados nas décadas de 30 e 40 apenas reproduzem os costumes e fortalecem o domínio das classes gaúchas mais abastadas. A função do peão, destinada na história para o pobre branco e em algumas exceções para os negros, acabou sendo romantizada na cultura. "A música, a cultura do Rio Grande expressa o latifúndio em toda a sua integralidade. Inclusive isso parte de músicos populares do estado, poetas, compositores, que muitos não têm ligação com o latifúndio mas que expressa esse interesse. A música do RS, eu diria que é uma das poucas que é tão arraigada a esse processo de poder. Tanto é que a Revolução Farroupilha é das poucas guerras no Brasil que não partiu do seio popular, não se criando nenhum vínculo com o povo. Cria-se através de quem criou todo esse processo ", argumenta. O músico também critica o Movimento Nativista, criado na década de 70. Para Munhoz, o movimento apenas serviu para impor ainda mais essa cultura como sendo a do povo gaúcho. Ele defende a união dos artistas populares como alternativa ao estilo "Galpão Crioulo" dos programas de TV e dos festivais. "Nas histórias dos festivais do RS tem muita coisa boa, muitos compositores bons, mas houve uma 'seleção natural' ou uma cooptação onde o que ficou é quem acena e quem concorda com o estabelecido. Então a música e a cultura gaúcha também estão ligadas a todo esse processo da indústria cultural em que se faz toda uma releitura das culturas regionais para que vire um produto de venda. Se existe o mercado urbano de música também existe o regional", diz.
Estou há tempos para escrever sobre isso, mas esta matéria sintetiza super bem o meu pensamento. Vivemos 'adorando' uma cultura que não é a nossa. É uma fantasia, que reforça a questão da desigualdade social e da supremacia de uma classe sobre outra. Sem falar da questão de raça, lembrando do negro, que foi massacrado nesta guerra. Enfim, espero que ajude a repensar sobre o que realmente representa o povo gaúcho, uma miscelânea de etnias... Se não fossem os imigrantes, o estado teria sucumbido após esta guerra de poder, o trabalho COOPERATIVADO dos imigrantes foi o que garantiu a sobrevivência econômica. Trabalho nas 'picadas', promovendo os pequenos produtores rurais (ex sem-terra) vivendo em regime de cooperação comunitária. Vale realmente a pena repensar sobre o que somos nós, gaúchos... estancieiros???? acho que não hein?!?!?!
| |
As Erínias (Fúrias para os romanos – Furiæ ou Diræ) eram personificações da vingança, semelhantes a Nêmesis. Enquanto Nemesis punia os deuses, as Erínias puniam os mortais. Eram Tisífone (Castigo), Megera (Rancor) e Alecto (Interminável).
Viviam nas profundezas do Hades, onde torturavam as almas pecadoras julgadas por Hades e Perséfone. Nasceram das gotas do sangue que caíram sobre Gaia quando o deus Urano foi castrado por Cronos. Pavorosas, possuíam asas de morcego e cabelo de serpente.
As Erínias, deusas encarregadas de castigar os crimes, especialmente os delitos de sangue, são também chamadas Eumênides (Εὐμενίδες), que em grego significa as bondosas ou as Benevolentes, eufemismo usado para evitar pronunciar o seu verdadeiro nome, por medo de atrair sobre si a sua cólera. Em Atenas, usava-se como eufemismo a expressão Semnai Theai (σεμναὶ θεαί), ou deusas veneradas.
Na versão de Ésquilo, as Erínias são filhas da deusa Nix, da noite.
Supunha-se elas serem muitas, mas na peça de Ésquilo elas são apenas três, que encarregavam-se da vingança e habitam, segundo as versões, o Erebo ou o Tártaro, o inframundo, onde descansam até que são de novo reclamadas na Terra. Os seus nomes são:
As Erínias são divindades ctónicas presentes desde as origens do mundo, e apesar de terem poder sobre os deuses, não estando submetidas á autoridade de Zeus, vivem às margens do Olimpo, graças à rejeição natural que os deuses sentem por elas (e é com pesar que as toleram, pois devem fazê-lo). Por outro lado, os homens têm-lhe pânico, e fogem delas. Esta marginalidade e a sua necessidade de reconhecimento são o que, segundo conta Ésquilo, as Erínias acabam aceitando o veredicto de Atena, passando mesmo por cima da sua inesgotável sede de vingança.
Eram forças primitivas da natureza que atuavam como vingadoras do crime, reclamando com insistência o sangue parental derramado, só se satisfazendo com a morte violenta do homicida. Porém, posto que o castigo final dos crimes é um poder que não corresponde aos homens (por mais horríveis que sejam), estas três irmãs se encarregavam do castigo dos criminosos, perseguindo-os incansavelmente até mesmo no mundo dos mortos, pois seu campo de ação não tem limites. As Erínias são convocadas pela maldição lançada por alguém que clama vingança. São deusas justas, porém implacáveis, e não se deixam abrandar por sacrifíos nem suplícios de nenhum tipo. Não levam em conta atenuantes e castigam toda ofensa contra a sociedade e a natureza, como por exemplo, o perjúrio, a violação dos rituais de hospitalidade e, sobretudo, os assassinatos e crimes contra a família.
As Erínias são representadas comumente como mulheres aladas de aspecto terrível, com olhos que escorrem sangue no lugar de lágrimas e madeixas trançadas de serpentes, estando muitas vezes acompanhadas por muitos destes animais.Aparecem sempre empunhando chicotes e tochas acesas, correndo atrás dos infratores dos preceitos morais.
Na Antigüidade, sacrificavam-lhes carneiros negros, assim como libações de nephalia (νηφάλια), ou hidromel.
Existe na Arcadia um lugar em que se atopam dois santuários consagrados às Erínias. Num deles, elas recebem o nome de Maniai (Μανίαι, as que volvem todos). Neste lugar, segundo a lenda relatada por Ésquilo na sua trajedia As Eumênides, perseguem a Orestes pela primeira vez, vestidas de negro. Perto dali, e segundo conta Pausânias, apontava-se outro santuário onde o seu culto associava-se ao das Cárites, deusas do perdão. Neste santuário purificaram a Orestes, vestidas completamente de branco. Orestes, uma vez curado e perdoado, aplicou um sacrificio expiatorio às Maniai.
O G1 conversou com João Souza Lima, considerado um dos principais historiadores do cangaço. Ele vive em Paulo Afonso (BA), onde há décadas vem levantando informações sobre a biografia do principal casal de cangaceiros: Maria Bonita e Lampião. É ele quem revela os seis principais mitos e lendas que percorreram vários estados do país e que ainda persistem.
Testículos na gaveta
Segundo Lima, uma dessas lendas revelava que um sujeito estava cometendo incesto e foi flagrado por Lampião. O cangaceiro separou os dois irmãos e foi conversar com o rapaz. Ele falou para o homem que era para colocar os testículos na gaveta e fechar com chave. Lampião, então, colocou um punhal sobre o criado-mudo e disse: "Volto em dez minutos, se você ainda estiver aqui eu te mato". "A crueldade de Lampião estaria em fazer a tortura e obrigar o sujeito a cortar sua masculinidade para continuar vivo", disse o historiador.
Crianças no punhal
Em outra história lembrada pelo pesquisador, a população, com medo da fama de violento de Lampião, acreditava em todas as histórias sobre o cangaço. Uma delas foi criada com o objetivo de afugentar os sertanejos que ajudavam a esconder os cangaceiros, os conhecidos coiteiros. As volantes (polícia da época) espalharam que Lampião matava crianças com punhal. Segundo uma das histórias contadas pelos policiais, o cangaceiro jogava as crianças para o alto e as parava com um punhal.
Lampião macaco
Outro relato que se espalhou conta a história de que Lampião só conseguia se esconder na mata durante as perseguições das volantes porque subia nas árvores e fugia pelos galhos das copas. Lima disse que isso foi publicado em um livro sobre o cangaço como se fosse verdade e muita gente ainda acredita nessa história, desmentida por ele e outros especialistas. "Quem conhece a caatinga sabe que na região onde Lampião passou e lutou não havia árvores com copas."
Você fuma?
Lima lembra de outro caso: Lampião teria sentido vontade de fumar e sentido o cheiro da fumaça de cigarro. Ele caminha um pouco e encontra um sujeito fumando. O cangaceiro vai até o homem e pergunta se ele fuma. O indivíduo vira para olhar quem conversava com ele e, assustado por ver que era Lampião, responde com medo: "Fumo, mas se quiser eu paro agora mesmo!".
História do sal
Outra lenda contada nas rodas de amigos no Nordeste até hoje é a de que Lampião chegou à casa de uma senhora e pediu que ela fizesse comida para ele e para os cangaceiros. Ela cozinhou e, com medo da presença de Lampião em sua casa, esqueceu de colocar sal durante o preparo.
Um dos cangaceiros do grupo de Lampião reclamou que a comida estava sem gosto. O rei do cangaço, então, teria pedido um pacote de sal para a mulher. Ele despejou o sal na comida servida ao cangaceiro reclamante e o forçou a comer todo o prato. O integrante do grupo de Lampião teria morrido antes mesmo de terminar de comer.
Lampião zagueiro
Para finalizar, Lima disse que, na década de 1960, uma empresa pesquisadora de petróleo no Raso da Catarina, em Paulo Afonso (BA), abriu uma pista de pouso para trazer os funcionários de outras regiões que iriam executar trabalhos de pesquisa. Vale salientar que não foi encontrado petróleo no local, apenas algumas reservas de gás. Na década de 1970, um estudioso do cangaço teria encontrado o campo de pesquisa parcialmente encoberto pelo mato e escreveu, em livro, que aquele seria um campo de futebol construído por Lampião. "O pesquisador ainda teria reportado, de maneira totalmente infundada, que o rei do cangaço teria atuado no time como zagueiro", disse Lima.
Simão Pires, um cristão novo, cavalgava todos os dias até ao convento de Santa Clara para se encontrar às escondidas com Violante. A jovem tinha sido feita noviça à força por vontade do seu pai fidalgo que não estava de acordo com o seu amor.
Um dia, Simão pediu à sua amada para fugir com ele, dando-lhe um dia para decidir. No dia seguinte, Simão foi acordado pelos homens do rei que o vinham prender acusando-o do roubo das relíquias da igreja de Santa Engrácia que ficava perto do convento. Para não prejudicar Violante, Simão não revelou a razão porque tinha sido visto no local.
Apesar de invocar a sua inocência foi preso e condenado à morte na fogueira que se realizaria junto da nova igreja de Santa Engrácia, cujas obras já tinham começado.
Quando as labaredas envolveram o corpo de Simão, este gritou que era tão certo morrer inocente como as obras nunca mais acabarem.
Os anos passaram e a freira Violante foi um dia chamada a assistir aos últimos momentos de um ladrão que tinha pedido a sua presença. Revelou-lhe que tinha sido ele o ladrão das relíquias e sabendo da relação secreta dos jovens, tinha incriminado Simão.
Pedia-lhe agora o perdão que Violante lhe concedeu.
Entretanto, um facto singular acontecia: as obras da igreja iniciadas à época da execução de Simão pareciam nunca mais ter fim. De tal forma que o povo se habitou a comparar tudo aquilo que não mais acaba às obras de Santa Engrácia.
in site "Lendas de Portugal" / Cidade de Lisboa
A Igreja Internacional da Graça de Deus é uma Igreja evangélica neopentecostal fundada pelo Missionário Romildo Ribeiro Soares (conhecido como Missionário R.R. Soares) em 1980, na Rua Lauro Neiva, no Município de Duque de Caxias, Rio de Janeiro. Romildo fundou a sua própria denominação logo após se separar de seu cunhado, o então pastor Edir Macedo (hoje bispo). Atualmente, possui um programa televisivo denominado Show da Fé, que é transmitido em horário nobre na Rede Bandeirantes e nas tardes e madrugadas da RedeTV!.
Trajetória de R. R. Soares - A Igreja Internacional da Graça de Deus atualmente possui uma rede de emissoras de televisão denominada RIT (Rede Internacional de Televisão) acessível nas principais cidades do Brasil, além de exibir um programa diário em horário nobre na Rede Bandeirantes, e também nas madrugadas da Band e na RedeTV! intitulado Show da Fé. O pregador dos programas se chama Romildo Ribeiro Soares, mais conhecido como R.R. Soares. Ele prega a Palavra de Deus (Bíblia) e segundo os adeptos, através dela muitas vidas são mudadas: curas, libertação de vícios, restauração de famílias. O programa Show da Fé mostra músicas, quadros como:"Novela da Vida Real", "O Missionário Responde", "Abrindo Coração" e ao final é realizada a oração da fé, na qual o missionário com bases bíblicas faz
oração em nome de Jesus.
Cunhado do conhecido Bispo Edir Macedo da Igreja Universal do Reino de Deus, ele rompeu relações com Edir Macedo em 1978 após desentendimentos teológicos. R.R.Soares não concordava com o caminho que o Edir Macedo tomava na direção da IURD. Houve então a cisão, e em 1980, fundou a Igreja Internacional da Graça de Deus.
Na Rua Lauro Neiva, no Município de Duque de Caxias, Rio de Janeiro, foi inaugurada o primeiro templo da denominação e foi se espalhando posteriormente para todo o Brasil e para outros países. A Igreja Internacional da Graça de Deus, é aceita e reconhecida como "Igreja Cristã Evangélica Legítima", pelas demais denominações e seus respectivos ministros.
Romildo foi criado na pequena cidade de Muniz Freire, no Espírito Santo. Um dia, ao visitar a cidade vizinha de Cachoeiro do Itapemirim, na praça Jerônimo Monteiro, viu pela primeira vez em sua vida um aparelho de televisão, exposto numa loja.
Segundo o seu relato ele notou que todos os que estavam ali ficaram fascinados com o que acontecia na tela e, naquele momento, fez um voto ao Senhor: “Não tem ninguém falando do Senhor nesse aparelho. Ah, Senhor, se o Senhor me der condições, um
dia eu estarei aí, falando só do Senhor”.
Em abril de 1964, ainda jovem, ele chegou ao Rio de Janeiro e, em 1968, teve início o ministério de R. R. Soares. Atualmente, a Igreja Internacional da Graça de Deus tem mais de mil templos abertos em todo o mundo. Desse número, mais de cem igrejas se encontram no Rio de Janeiro, onde tudo começou. Ela também conta com o Jornal Show da Fé, de tiragem mensal de 1,1 milhões de exemplares e com a Revista Graça
Show da Fé, com tiragem mensal de 180 mil exemplares com CD de brinde. Existe também uma revista infantil de histórias em quadrinhos, a Turminha da Graça, de circulação mensal e com CD de brinde. Conta com a gravadora Graça Music, que tem
lançado cantores gospel; dentre eles Kelly Lopes, Sandrinha, Jeanne Mascarenhas, Robby e Carlinhos Félix. Por intermédio da Graça Editorial tem publicado inúmeros títulos de livros evangélicos: "Como Tomar Posse da Bênção", "Quando o Pecado Secreto Dele Despedaça o Seu Coração", "Curai Enfermos e Expulsai Demônios", e o best-seller "Os profetas das Grandes Religiões"
Atualmente a Sede Internacional da Igreja Internacional da Graça de Deus encontra-se no Centro da Cidade de São Paulo, onde se realizam cultos diários.Fonte: Wikipédia

Termina na meia-noite de hoje, horário chinês, a ultimatum das autoridades chinesas aos revoltosos tibetanos. Segundo o parlamento tibetano no exílio, as vítimas já chegam a centenas, mas o governo chinês sustenta que não disparou contra os manifestantes em Lhasa. “As versões do Dalai Lama são ridículas”, afirma o governo chinês. A notícia é do portal do jornal La Repubblica, 17-03-2008.
Enquanto isso o parlamento tibetano no exílio escreveu: “O fato de que as grandes manifestações iniciadas no dia 10 de março na capital tibetana Lhasa e em outras regiões do Tibet tenham levado à morte centenas de pessoas por causa do uso da força, deve ser levado à atenção da ONU e da comunidade internacional”.
Texto: Historianet
O venezuelano radicado no Brasil Yojin Ramones escreveu esta contestação à matéria de capa da revista Veja neste fim de semana – Chávez, a sombra do ditador. Talvez por prudência, remeteu também uma cópia ao Vermelho. Como duvidamos que a Veja a publique, reproduzimos na íntegra a mensagem, que tem a força das coisas ditas por uma pessoa que simplesmente tem apreço à verdade.